Laís Corrêa Oliveira
•Empreendedorismo
•9 de setembroDuas franquias podem exigir investimentos iniciais parecidos e, ainda assim, gerar custos bastante diferentes depois da inauguração.
Uma delas pode cobrar mensalmente um percentual sobre o faturamento da unidade. Outra pode trabalhar sem essa cobrança, mas possuir outros valores previstos no modelo. É por isso que comparar franquias apenas pelo investimento necessário para abrir as portas nem sempre mostra o custo completo da operação.
Entre essas despesas estão os royalties, uma cobrança comum no franchising, mas que não está presente em todas as redes. É justamente daí que surge o interesse pelas chamadas franquias sem royalties.
Na prática, esse modelo elimina uma cobrança recorrente específica, mas isso não significa que a franquia deixe de ter outros custos ou que seja automaticamente mais barata, lucrativa ou vantajosa.
Para entender se esse diferencial realmente faz sentido, é preciso olhar para o conjunto, investimento, taxas, suporte, estrutura da operação e tudo aquilo que o franqueado recebe ao entrar para a rede.
Os royalties são uma remuneração periódica que pode ser paga pelo franqueado à franqueadora durante a vigência do contrato.
Segundo o Sebrae, essa cobrança pode remunerar o uso contínuo da marca, do sistema desenvolvido pela rede e dos serviços prestados ao franqueado. A forma de cobrança varia entre as franquias, pode existir um percentual sobre o faturamento, um valor fixo ou até outros formatos definidos pelo modelo de negócio.
Entenda a diferença entre taxa de franquia e royalties no Sebrae
Isso significa que os royalties não são a mesma coisa que a taxa de franquia.
A taxa de franquia normalmente aparece no momento de entrada na rede e está relacionada à adesão ao sistema, transferência inicial de conhecimento, treinamentos e implantação. Já os royalties costumam acompanhar a operação por mais tempo.
Uma forma simples de visualizar essa diferença é pensar em dois momentos. A taxa inicial aparece quando o empreendedor está entrando para a rede. Já os royalties, quando existem, acompanham a relação entre franqueado e franqueadora ao longo da operação.
Não existe um percentual único válido para todas as franquias. O Sebrae cita que, em modelos nos quais a cobrança é feita sobre o faturamento, os percentuais podem variar conforme o segmento e a estrutura da rede. Também existem franquias que adotam valores fixos ou vinculam a remuneração a compras realizadas pelo franqueado.
Por isso, antes de comparar dois modelos, é importante entender como a cobrança é calculada, e não apenas saber se existe uma taxa chamada royalties.
Imagine, apenas como exemplo, uma franquia que cobre 6% sobre um faturamento mensal de R$ 80 mil.
Nesse cenário, os royalties daquele mês seriam de R$ 4.800. Se o faturamento mudar no mês seguinte, a cobrança também mudaria, caso o percentual continue sendo aplicado sobre a receita.
Em outra franquia, porém, o valor pode ser fixo e não acompanhar diretamente o faturamento. Essa diferença importa porque os royalties entram no conjunto de despesas que o empreendedor precisa considerar depois que a unidade começa a funcionar.
Aluguel, salários, impostos, marketing, fornecedores e outras despesas continuam existindo. Por isso, olhar apenas para o valor necessário para inaugurar uma unidade pode esconder uma parte importante do planejamento.
Não necessariamente, e esse é provavelmente o principal cuidado ao encontrar uma oferta de franquia sem royalties.
A expressão significa que determinada cobrança periódica específica não existe naquele modelo. Ela não significa automaticamente que não haverá nenhuma outra despesa relacionada à rede. Uma franquia pode, por exemplo, trabalhar com taxa inicial, contribuição para publicidade, sistemas, aquisição de produtos ou outras obrigações previstas contratualmente.
A própria Lei de Franquias determina que a Circular de Oferta de Franquia apresente informações claras sobre as taxas periódicas e outros valores que serão pagos pelo franqueado, incluindo sua base de cálculo e finalidade. A lei também prevê a apresentação de informações sobre publicidade, fornecedores obrigatórios e outras condições da operação.
Por isso, a melhor forma de interpretar “zero royalties” é: essa franquia não possui essa cobrança específica. Agora preciso entender quais são os outros custos do modelo.
Essa leitura é mais segura do que assumir que uma franquia sem royalties também é uma franquia sem despesas recorrentes.
A ausência de royalties não muda a essência do sistema de franquias. O franqueado continua entrando para uma rede e obtendo direito de utilizar uma marca e um modelo de operação segundo as condições previstas no contrato.
O que muda é a forma como aquela franqueadora estruturou sua remuneração. A Associação Brasileira de Franchising explica que a cobrança de royalties não é obrigatória e que existem diferentes formas de estabelecer a remuneração dentro de um contrato de franquia.
Isso significa que uma franqueadora pode escolher não cobrar uma taxa periódica chamada royalties e organizar sua receita de outra maneira. Dependendo do negócio, isso pode acontecer por meio da comercialização de produtos, materiais, serviços, tecnologia ou outros elementos previstos no modelo.
Não existe uma regra única. Por isso, mais importante do que perguntar apenas “tem royalties?” é entender como funciona economicamente a relação entre franqueadora e franqueado.
Se não há cobrança, vale compreender como a rede sustenta a estrutura necessária para continuar atendendo seus franqueados.
Não existe uma relação automática entre as duas coisas. A ausência de royalties, por si só, não significa que a franqueadora deixará de oferecer treinamentos, acompanhamento ou outros serviços.
Da mesma forma, pagar royalties também não garante que todo tipo de suporte imaginável estará incluído. O que o franqueado realmente receberá deve ser analisado de acordo com cada rede.
A legislação brasileira exige que a Circular de Oferta de Franquia informe o que a franqueadora oferece e em quais condições, incluindo pontos como suporte, supervisão da rede, treinamentos, manuais, apoio na escolha do ponto e padrões arquitetônicos, quando aplicáveis.
É por isso que comparar apenas o percentual de royalties pode levar a uma análise superficial. Uma franquia que cobra determinado valor pode oferecer uma estrutura específica. Outra, sem royalties, pode trabalhar de maneira diferente.
A pergunta mais interessante passa a ser: o que está incluído nesse modelo e quanto custa manter a unidade funcionando?
A principal diferença é bastante objetiva: o franqueado não possui aquela cobrança periódica específica dentro da estrutura financeira do modelo.
Se outra rede cobra um percentual mensal sobre o faturamento e a franquia analisada não cobra, existe uma despesa a menos nessa categoria. Isso pode facilitar parte do planejamento financeiro porque o empreendedor consegue identificar mais claramente quais valores permanecem na operação e quais precisam ser destinados a outras despesas.
Mas aqui existe um cuidado importante, não cobrar royalties não significa automaticamente que o franqueado terá mais lucro.
Rentabilidade depende de muitas outras variáveis, como faturamento, despesas fixas, folha de pagamento, aluguel, impostos, investimento em marketing, eficiência da gestão e desempenho da unidade.
Por isso, “zero royalties” pode ser um diferencial relevante, mas não deve ser transformado em uma promessa de resultado.
Imagine duas opções. Na primeira, não existem royalties, mas há diversas outras cobranças e uma estrutura que exige um investimento operacional maior.
Na segunda, existe royalty mensal, mas os outros custos são diferentes. Só saber qual delas cobra royalties não é suficiente para decidir.
O ideal é montar uma visão completa de cada modelo. Comece pelo investimento inicial. Entenda quanto será necessário para entrar na rede, montar a estrutura e chegar até a inauguração.
Depois, vá para os custos que continuarão existindo depois da abertura. É nesse momento que entram royalties, fundo de publicidade, sistemas, fornecedores, aluguel, equipe, impostos, marketing local e demais despesas da unidade.
Também vale olhar para o que vem junto com o modelo: como funciona o suporte, de que forma acontece o treinamento, se existe acompanhamento após a inauguração, quais processos já estão estruturados e o que continua sob responsabilidade do franqueado.
O Sebrae recomenda que quem está avaliando uma franquia observe, além das condições financeiras, o reconhecimento da marca, experiência da rede, suporte oferecido, satisfação dos atuais franqueados e viabilidade econômico-financeira do negócio.

Os royalties podem chamar atenção porque aparecem de maneira clara na composição dos custos. Mas eles representam apenas uma parte da escolha. Para comparar duas franquias com mais cuidado, vale olhar também para o capital necessário para começar e continuar operando.
O empreendedor pode precisar de recursos para reforma, mobiliário, equipamentos, taxa inicial, estoque, contratação, divulgação e capital de giro. Depois da inauguração, começam as despesas da rotina.
Também existe uma dimensão menos visível na primeira planilha: a estrutura que acompanha o franqueado.
Uma franquia pode oferecer treinamentos antes da inauguração, consultoria, materiais, sistemas, suporte de marketing e processos de gestão. Outra pode trabalhar com uma estrutura diferente. Não significa que uma necessariamente seja melhor.
Significa que o preço precisa ser comparado junto com aquilo que está sendo entregue. Se você ainda está organizando essa análise, vale também entender como funciona o investimento em uma franquia de forma mais ampla.
Não existe uma resposta universal. Pode parecer tentador simplesmente escolher a franquia com o menor percentual, mas isso seria como comparar dois carros apenas pelo preço do seguro.
Existe muito mais acontecendo, um modelo com royalties pode fazer sentido porque a estrutura completa entregue pela rede se encaixa naquilo que o empreendedor procura.
Uma franquia sem royalties pode ser interessante porque elimina uma cobrança que faria parte dos custos recorrentes. O que importa é a relação entre quanto você precisa investir, quanto custa operar e qual estrutura recebe em troca.
Essa análise também precisa considerar seu próprio perfil. Um empreendedor pode valorizar uma operação mais enxuta, outro pode buscar uma estrutura maior. Alguém pode querer participar muito de perto da rotina, enquanto outro investidor pretende organizar uma equipe para assumir parte dela.
A melhor franquia não é necessariamente aquela que possui menos taxas, mas sim aquela cujo modelo completo faz sentido para o investimento, os objetivos e a realidade de quem está avaliando.
Existe um erro fácil de cometer ao comparar oportunidades: olhar para o investimento inicial como se aquele fosse o valor necessário para o negócio.
A unidade abre, mas as contas continuam chegando. Nos primeiros meses existem salários, aluguel, impostos, marketing e despesas operacionais enquanto a empresa ainda constrói sua receita.
Por isso, o planejamento precisa considerar também capital de giro e custos recorrentes. Se os royalties fazem parte do modelo, eles entram nessa conta. Se não fazem, essa despesa específica sai da composição, mas as demais continuam existindo.
Essa diferença ajuda a entender por que a expressão franquia sem royalties deve ser analisada dentro de um planejamento maior, e não isoladamente.
Para quem está começando essa conta, também vale compreender como o capital inicial funciona antes e depois da abertura de um negócio.
A Circular de Oferta de Franquia, conhecida pela sigla COF, é um dos documentos mais importantes antes da decisão de investir. Pela Lei nº 13.966/2019, ela deve ser entregue ao candidato com pelo menos dez dias de antecedência da assinatura do contrato ou do pagamento de qualquer taxa relacionada à franquia.
E não é apenas uma formalidade, é justamente ali que o empreendedor consegue conferir informações que não deveriam depender apenas de uma conversa comercial.
A legislação exige que a COF informe o investimento inicial estimado, taxa inicial de franquia e valores relacionados à implantação. Também precisa detalhar taxas periódicas, sua base de cálculo e a finalidade de cada uma.
Se existem fornecedores obrigatórios, essa informação também precisa aparecer. O mesmo vale para itens de suporte disponibilizados ao franqueado.
Por isso, se uma empresa anuncia zero royalties, o candidato pode usar a COF para entender como essa característica aparece dentro de toda a estrutura contratual e financeira da franquia.
O material publicitário desperta interesse, a COF ajuda a transformar esse interesse em análise.
Essa dúvida é natural, principalmente porque manter uma rede também envolve custos para a franqueadora, como equipes, treinamentos, desenvolvimento de produtos, suporte, tecnologia e outras atividades necessárias para sustentar a operação.
Mas os royalties não são a única maneira possível de organizar essa relação financeira.
Em algumas redes, a receita pode estar associada ao fornecimento de produtos ou materiais. Em outras, podem existir diferentes estruturas comerciais.
A própria Lei de Franquias fala em remuneração direta ou indireta dentro do sistema. É justamente por isso que o interessado precisa entender o modelo específico que está analisando.
Quando a franquia não cobra royalties, a pergunta não precisa ser feita em tom de desconfiança.
Ela faz parte de uma análise normal do negócio, entendendo como essa rede se sustenta e quais custos existirão para mim ao longo da operação. Quanto mais clara for essa resposta, melhor.
Em uma franquia de escola de idiomas, a lógica é a mesma. Não cobrar royalties elimina uma cobrança específica, mas não elimina os custos necessários para manter uma escola funcionando.
Dependendo do formato da unidade, podem existir despesas com ponto comercial, equipe, professores, sistemas, estrutura, marketing, impostos, materiais e outras necessidades da operação.
Também existe o trabalho de gestão, a escola precisa captar alunos, atender interessados, realizar matrículas, acompanhar a equipe e manter a operação organizada.
Por isso, quando um empreendedor compara franquias de idiomas, faz sentido analisar o custo junto com a estrutura disponível. Uma taxa menor não substitui bons processos, da mesma maneira, uma estrutura robusta precisa caber dentro da realidade financeira daquele investidor.
Se você ainda está entendendo como essas responsabilidades se dividem, o conteúdo sobre o funcionamento de uma franquia ajuda a visualizar melhor essa relação.
Na Phenom, Easy, Smart e Premium trabalham com zero taxa de royalties, característica apresentada atualmente pela rede como um dos diferenciais dos três modelos de negócio.
Isso significa que o franqueado não possui essa cobrança específica de royalties dentro dos modelos divulgados pela marca. A ausência da taxa, porém, não deveria ser analisada sozinha.
Existem três formatos justamente porque diferentes investidores podem procurar estruturas e níveis de investimento distintos. A Easy trabalha com uma proposta mais enxuta. A Smart ocupa uma posição intermediária. Já a Premium possui uma estrutura maior.
A Phenom apresenta o zero royalties como característica comum entre esses modelos.
Para quem está fazendo uma comparação, isso permite colocar os royalties ao lado das outras características do negócio: investimento necessário, estrutura, suporte e responsabilidades que vêm com cada formato.
Esse é um ponto em que vale ter bastante cuidado com as palavras. Não ter uma cobrança de royalties significa que aquele percentual ou valor periódico específico não será retirado da receita sob essa rubrica.
Mas faturamento não é lucro, uma unidade continua tendo despesas operacionais, impostos e outros custos.
Por isso, expressões como “ficar com 100% do faturamento” precisam ser entendidas no contexto comercial em que são utilizadas e não como se todo o dinheiro que entra no caixa se transformasse em resultado líquido.
O próprio site da Phenom apresenta “100% do faturamento” e “zero royalties” como diferenciais da rede, mas, para uma decisão de investimento, o mais importante continua sendo analisar a composição completa de receitas e despesas do modelo.
Essa diferença parece pequena, mas evita uma interpretação equivocada. Faturamento é aquilo que a unidade vende, lucro é o que permanece depois das despesas.
A ausência de royalties pode entrar na lista de diferenciais, só não deveria encerrar a análise.
Quem está realmente considerando uma franquia de idiomas precisa entender também o tamanho da estrutura necessária, investimento inicial, capital de giro e rotina da unidade.
Depois, é importante entender como funciona o suporte oferecido pela rede, desde a implantação e o treinamento do franqueado e da equipe até o acompanhamento comercial e o apoio nas áreas de marketing, gestão e operação.
A Lei de Franquias exige que essas condições sejam apresentadas ao candidato na COF, o que torna esse documento uma fonte importante para comparar aquilo que foi apresentado durante o processo comercial com aquilo que estará formalmente previsto na relação.
Também vale conversar com franqueados da rede. A própria legislação determina que a COF apresente a relação dos franqueados e dos que deixaram a rede nos últimos 24 meses.
Essa conversa pode revelar aspectos que dificilmente aparecem apenas em uma planilha: como é a rotina, quanto tempo o negócio exige, como o suporte funciona na prática e quais desafios apareceram depois da inauguração.
Pode valer, mas a resposta depende menos da expressão “zero royalties” e mais de tudo o que o modelo oferece junto com ela.
Uma franquia sem essa cobrança pode reduzir uma categoria de custo recorrente e tornar o modelo mais interessante para determinado investidor.
Ao mesmo tempo, ainda é necessário analisar investimento, demais despesas, suporte, mercado, operação e responsabilidades do franqueado. É essa visão completa que transforma uma característica comercial em uma informação realmente útil para a decisão.
No caso da Phenom, os três modelos atualmente apresentados pela rede, Easy, Smart e Premium, trabalham com zero royalties, mas esse é apenas um dos aspectos que devem ser considerados na hora de avaliar a franquia.
Se você está comparando uma franquia sem royalties, vale conhecer também quanto custa cada modelo, qual estrutura será necessária e como funciona o suporte depois que a unidade começa a operar.
O que significa franquia sem royalties?
É uma franquia cujo modelo não prevê aquela cobrança periódica específica chamada royalties. Isso não significa necessariamente ausência de outras taxas ou despesas.
Toda franquia precisa cobrar royalties?
Não. A cobrança não é obrigatória e as redes podem estruturar sua remuneração de maneiras diferentes.
Franquia sem royalties não cobra nenhuma taxa?
Não necessariamente. Ainda podem existir taxa inicial, publicidade, sistemas, compras obrigatórias ou outros valores previstos no modelo e na COF.
Qual é a diferença entre taxa de franquia e royalties?
A taxa de franquia costuma estar ligada à entrada do empreendedor na rede. Os royalties, quando existem, são pagamentos periódicos durante a relação contratual.
Franquia sem royalties é mais barata?
Não necessariamente. A ausência dessa cobrança reduz uma categoria de despesa, mas o custo total depende do investimento inicial e de todas as outras despesas da operação.
Como saber quais taxas uma franquia cobra?
Além das informações comerciais da rede, o candidato deve analisar a Circular de Oferta de Franquia. A legislação exige que o documento informe taxas periódicas, outros valores e suas respectivas finalidades.
A Phenom cobra royalties?
Segundo as páginas atuais da Phenom Franchising, os modelos Easy, Smart e Premium possuem zero taxa de royalties.
Quando alguém encontra uma franquia com zero royalties, é natural que esse ponto chame atenção. Afinal, estamos falando de uma cobrança recorrente que pode fazer parte da estrutura financeira de outras redes.
Mas uma boa comparação começa justamente depois dessa informação, quando o empreendedor passa a olhar para os outros custos, o investimento necessário para colocar a unidade em funcionamento, o suporte oferecido pela rede, o que está previsto na COF e quais responsabilidades continuarão com o franqueado depois da inauguração. Isso ajuda a entender se o modelo realmente combina com seu orçamento e com a forma como você pretende empreender.
Na Phenom, Easy, Smart e Premium trabalham atualmente com zero royalties, mas possuem propostas diferentes de estrutura e investimento. Por isso, o próximo passo não precisa ser escolher apenas pela ausência dessa taxa, e sim conhecer o modelo completo.
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