Como analisar se sua cidade comporta uma escola de idiomas?

Laís Corrêa Oliveira

Empreendedorismo

16 de setembro

Duas cidades podem ter praticamente o mesmo número de habitantes e, ainda assim, apresentar potenciais muito diferentes para uma escola de idiomas. Uma pode concentrar universidades, empresas e um público com maior poder de consumo, enquanto outra pode ter concorrência mais forte, custos elevados ou menor procura.

Por isso, analisar uma cidade exige olhar além da população. O próprio Sebrae recomenda considerar fatores como público-alvo, concorrência, localização e comportamento dos consumidores antes da abertura de um negócio.

No caso de uma escola de idiomas, também entram nessa análise o perfil de quem poderia estudar ali, o poder de consumo desse público, a oferta já existente e a demanda local.

Essa leitura ganha ainda mais importância em um momento de expansão. Nos últimos cinco meses, a Phenom comercializou 26 novas franquias em diferentes regiões do Brasil, chegando a mercados com perfis e características bastante distintos.

Mais do que perguntar quantas pessoas moram em uma cidade, o ponto é entender se existe público suficiente para sustentar a operação e qual estrutura faz sentido para aquela realidade.

População importa, mas não conta a história inteira

O número de habitantes é um bom ponto de partida porque ajuda a dimensionar o tamanho do mercado potencial, mas ele não deveria ser usado sozinho.

Uma cidade com 200 mil habitantes pode parecer mais atraente do que outra com 50 mil. Só que, na prática, a cidade menor pode ter renda média mais alta, poucas escolas de idiomas, forte presença de indústrias exportadoras e uma universidade que atrai jovens de municípios vizinhos.

Já a maior pode ter dezenas de concorrentes consolidados, aluguel elevado e um público bastante disperso. Por isso, população precisa ser interpretada dentro de um contexto.

O IBGE Cidades e Estados permite consultar informações municipais como população, densidade demográfica, escolarização e outros indicadores que ajudam a montar essa primeira leitura da região.

Esses dados ajudam a responder “quantas pessoas existem aqui?”, mas ainda não respondem “quantas delas poderiam se interessar por uma escola de idiomas?”.

É aí que a análise começa a ficar mais interessante.

Quem mora nessa cidade?

Depois de olhar o tamanho da população, vale entender quem compõe essa população.

Uma escola de idiomas pode atender públicos bastante diferentes: crianças, adolescentes, universitários, profissionais, adultos que pretendem viajar, pessoas buscando desenvolvimento profissional e famílias que desejam inserir os filhos no aprendizado de outro idioma.

Por isso, a faixa etária ajuda a entender quais segmentos possuem maior presença naquela região.

Uma cidade com grande concentração de famílias pode apresentar uma dinâmica diferente de um município universitário. Já uma região com muitos adultos economicamente ativos pode ter procura mais relacionada ao trabalho, à carreira ou a viagens.

Isso não significa que determinado perfil demográfico garanta matrículas, a função desses dados é justamente ajudar a formar hipóteses.

Se existe uma concentração relevante de crianças e adolescentes, por exemplo, faz sentido investigar também quantidade de escolas, renda das famílias e concorrentes voltados para esse público.

Se existe presença universitária forte, vale entender se esses estudantes permanecem na cidade, de onde vêm e quais demandas por idiomas podem estar associadas a intercâmbio, carreira ou provas de proficiência.

A análise começa a ganhar profundidade quando um dado conversa com o outro.

A renda ajuda a entender o potencial de consumo

Outro indicador importante é a renda. Uma escola pode encontrar demanda em diferentes faixas de renda, dependendo de seu posicionamento e de sua proposta. Ainda assim, entender quanto as famílias e profissionais da região recebem ajuda a avaliar se o preço que o negócio pretende praticar faz sentido para aquele mercado.

O Sebrae recomenda que análises de mercado considerem características como renda, faixa etária, hábitos de consumo, localização e critérios utilizados pelos clientes na decisão de compra.

Mas também é importante não transformar renda média em uma resposta automática. Uma cidade pode apresentar renda relativamente alta e, ao mesmo tempo, ter custo de vida elevado. Outra pode possuir renda menor, mas um mercado educacional muito valorizado.

Por isso, vale observar também quanto outras escolas cobram, como trabalham descontos e parcelamentos, que tipos de cursos oferecem e qual parece ser a disposição do público para investir nesse tipo de serviço.

O objetivo não é simplesmente descobrir se a cidade é “rica”. É entender qual faixa de preço o mercado parece conseguir absorver.

Quantas escolas de idiomas já existem?

Depois de compreender o público, é hora de olhar para quem já atende essa demanda. Uma busca simples no Google Maps já pode revelar bastante coisa.

Quais escolas aparecem primeiro? São redes conhecidas ou operações independentes? Há concentração em um único bairro? Algumas têm muitas avaliações enquanto outras quase não aparecem? Existem cursos específicos para crianças, empresas ou conversação?

Mas existe um cuidado importante aqui, pouca concorrência não significa automaticamente uma boa oportunidade. Talvez ninguém tenha entrado naquele mercado porque a demanda é pequena.

Da mesma forma, muita concorrência não significa que a cidade esteja saturada. A presença de várias escolas pode ser justamente um sinal de que existe uma procura consolidada por idiomas naquela região.

A análise dos concorrentes procura entender seus pontos fortes, fragilidades, posicionamento e comportamento, em vez de simplesmente contar quantos existem.

Para uma escola de idiomas, vale observar:

  • onde estão as unidades;
  • quais idiomas oferecem;
  • para quais públicos parecem vender;
  • quais preços divulgam;
  • quais horários possuem;
  • como se posicionam nas redes sociais;
  • como são avaliadas pelos alunos;
  • há quanto tempo estão na cidade;
  • quais diferenciais comunicam.

Isso ajuda a responder uma pergunta mais útil do que “tem concorrente?”:

existe espaço para uma proposta diferente ou melhor posicionada?

A localização muda bastante a leitura da cidade

Uma cidade pode ter um bom mercado e, ainda assim, apresentar regiões muito diferentes entre si. Por isso, depois de validar o município, é necessário descer mais um nível e olhar para bairros e eixos de circulação.

Uma escola localizada próxima a colégios, universidades, centros comerciais, empresas ou regiões residenciais pode atingir públicos diferentes. A facilidade de acesso também pesa, por isso estacionamento, transporte público, segurança, visibilidade e fluxo de pessoas precisam entrar nessa análise. 

Um guia do Sebrae sobre ponto comercial recomenda observar a área de influência, o perfil de quem circula nas proximidades, fluxo de pessoas e veículos, serviços próximos, estacionamento e características do entorno.

Isso ajuda a perceber uma coisa importante: o mercado real de uma escola raramente é a cidade inteira.

O raio de atuação pode ser mais importante do que o número de habitantes

Imagine uma cidade com 400 mil habitantes. À primeira vista, parece um mercado enorme, mas esse número perde força se atravessar a cidade leva quase uma hora nos horários de pico. Para alguém que pretende estudar duas vezes por semana, o tempo de deslocamento pode pesar bastante na decisão, fazendo com que boa parte do público considere opções mais próximas de casa, do trabalho ou de outros lugares que já fazem parte da rotina.

É justamente aí que entra o raio de atuação, ou área de influência da escola. Ele não pode ser definido por uma quantidade fixa de quilômetros, porque depende de fatores como trânsito, transporte, densidade urbana, perfil do público, facilidade de acesso e concentração de escolas, empresas e outros serviços no entorno.

Em cidades menores, esse raio pode até ultrapassar os limites do próprio município. Algumas funcionam como polos regionais e recebem diariamente pessoas de localidades vizinhas para estudar, trabalhar, fazer compras ou acessar determinados serviços. Nesse caso, uma cidade com menos habitantes pode atender um mercado maior do que sua população sugere.

Por isso, mais importante do que olhar apenas para a distância no mapa é entender quanto tempo as pessoas estão dispostas a se deslocar e de onde esse público realmente pode vir.

Phenom Idiomas

Empresas da região também contam uma história

O perfil econômico da cidade ajuda a entender que tipos de necessidades podem existir ali.

Uma região com indústrias exportadoras, multinacionais, empresas de tecnologia, turismo, comércio exterior ou serviços internacionais pode apresentar uma demanda por idiomas relacionada ao ambiente profissional.

Isso não significa que determinado perfil demográfico garanta matrículas. A função desses dados é justamente ajudar a formar hipóteses. 

Pense em uma cidade que concentra empresas exportadoras. Pode existir ali um grupo de profissionais que precisa se comunicar com clientes e fornecedores estrangeiros.

Já em uma cidade turística, a demanda pode surgir de hotéis, restaurantes, comércio e serviços. Esses contextos ajudam a entender por que alguém daquela região poderia precisar aprender outro idioma.

Universidades e escolas também ajudam a dimensionar o público

O ambiente educacional da cidade é outro indicador relevante.

Universidades e faculdades concentram jovens e adultos em momentos importantes de formação profissional. Escolas particulares e redes de ensino podem indicar presença de famílias que já investem em educação.

O Inep reúne dados e pesquisas sobre educação básica e superior, que podem complementar a leitura de uma região.

https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores

O interessante não é simplesmente contar quantas instituições existem, é entender o ecossistema.

Uma universidade pode atrair alunos de cidades vizinhas, um polo industrial pode estar conectado a cursos técnicos. Uma região pode concentrar colégios particulares em um pequeno raio.

Quando essas informações são cruzadas, começam a aparecer áreas que talvez não fossem tão óbvias olhando apenas para o mapa da cidade.

Existe procura real por idiomas?

Até aqui, boa parte da análise identifica potencial. Mas também vale procurar sinais de demanda já existente, uma forma é observar buscas online.

Ferramentas como o Google Trends podem ajudar a comparar o interesse relativo por determinados termos ao longo do tempo e entre regiões. Ainda assim, o próprio uso da ferramenta exige cautela: ela trabalha com interesse relativo e não deve ser tratada como uma contagem exata de potenciais clientes.

Por isso, o ideal é combinar diferentes sinais.

Pode-se observar:

  • buscas por “curso de inglês + cidade”;
  • presença e avaliações de concorrentes;
  • volume de seguidores e interações em escolas locais;
  • procura por intercâmbio;
  • empresas com atuação internacional;
  • universidades;
  • comportamento de campanhas digitais;
  • conversas com moradores e potenciais clientes.

É justamente esse cruzamento que transforma uma impressão em uma análise.

Uma cidade pode parecer promissora olhando apenas para um indicador e mudar completamente quando outros dados entram na conta.

O preço médio da cidade também precisa ser entendido

Depois de descobrir quem é o público e quem já compete por ele, chega uma questão bastante prática:

quanto esse mercado costuma cobrar?

Não para copiar o preço dos concorrentes, mas para entender o intervalo em que o serviço está sendo oferecido.

Uma pesquisa pode identificar:

  • mensalidades;
  • matrícula;
  • material;
  • promoções;
  • descontos;
  • parcelamentos;
  • duração dos contratos;
  • formatos de aula;
  • cursos individuais ou em grupo.

Isso ajuda a perceber como cada escola está posicionada.

Talvez existam concorrentes muito baratos e poucos players em uma faixa intermediária, ou o mercado pode estar concentrado em escolas premium.

Essa leitura é importante porque preço e proposta precisam conversar. Não adianta projetar uma operação mais robusta e descobrir depois que o mercado local dificilmente absorve aquele ticket.

A estrutura precisa fazer sentido para o tamanho da oportunidade

Esse talvez seja um dos pontos mais importantes para quem pensa em abrir uma franquia.

Encontrar uma cidade com potencial não significa que qualquer estrutura funcionará ali. Uma unidade com muitas salas, equipe grande e custos fixos altos exige um volume de alunos diferente de uma operação mais enxuta.

Por isso, mercado e estrutura precisam ser analisados juntos. Uma cidade pode ter uma demanda interessante, mas ainda comportar uma operação mais enxuta, enquanto outra pode apresentar espaço para uma estrutura maior. As duas podem representar boas oportunidades, mas provavelmente exigirão formatos diferentes. 

Isso evita um erro comum: tentar fazer o mercado caber na estrutura escolhida, em vez de escolher uma estrutura coerente com o mercado.

Cidade pequena pode comportar uma escola de idiomas?

Pode. O tamanho da cidade, por si só, não elimina essa possibilidade. Um município menor pode reunir condições bastante favoráveis, como menor concorrência, público mais concentrado, renda compatível com a proposta, presença de empresas, custos de aluguel mais baixos e uma rotina de deslocamento mais simples, o que pode facilitar o acesso à escola e a construção de relações mais próximas com a comunidade. 

Isso não significa que toda cidade pequena seja uma boa oportunidade. O ponto é justamente o contrário, não dá para concluir apenas pelo tamanho.

Uma cidade de 20 mil habitantes pode apresentar boas condições para a operação, enquanto outra, com 100 mil, pode não ser adequada para determinada estrutura. O que realmente faz diferença é a combinação entre mercado, público, concorrência e capacidade da operação.

E cidade grande é sempre melhor?

Também não. Grandes centros oferecem um público maior, presença empresarial mais forte e mais instituições de ensino, mas também costumam trazer desafios como aluguel elevado, concorrência intensa, trânsito e custos operacionais maiores.

Além disso, em cidades grandes, o mercado tende a se dividir por regiões. Uma escola pode ter pouca concorrência direta com outra localizada a vários quilômetros de distância simplesmente porque o deslocamento não é conveniente para o aluno. Por isso, nesses casos, analisar o bairro, o entorno e o raio de atuação da unidade se torna tão importante quanto avaliar a cidade como um todo.

Como comparar duas cidades antes de investir?

Imagine duas cidades, uma com 80 mil habitantes e outra com 150 mil. Olhando apenas para a população, a segunda poderia parecer automaticamente mais interessante. Mas, ao aprofundar a análise, a cidade menor pode apresentar renda mais alta, presença de universidade, grandes empresas e pouca concorrência, enquanto a maior pode ter mais escolas de idiomas, aluguel elevado e um mercado mais disperso.

É por isso que a comparação precisa considerar o conjunto. População, faixa etária, renda, concorrência, presença de empresas e universidades, preços praticados, localização, custos da operação e procura por idiomas ajudam a construir uma visão mais completa do mercado.

Um plano de negócios organiza justamente essas informações, reunindo dados sobre público, concorrentes, localização, operação e finanças antes da tomada de decisão. Isoladamente, cada indicador mostra apenas uma parte do cenário; juntos, eles ajudam a entender melhor o potencial daquela região.

Como escolher a melhor região dentro da cidade?

Validar a cidade é apenas o primeiro passo, porque a escolha do ponto pode mudar bastante a dinâmica da operação. Uma região próxima de escolas pode favorecer o acesso de famílias, enquanto uma área comercial pode funcionar melhor para profissionais, e um bairro residencial pode fazer sentido quando concentra boa parte do público que a unidade pretende atender.

Ao mesmo tempo, um ponto que parece excelente no mapa pode perder força se tiver pouco acesso, estacionamento difícil ou um fluxo que não combina com o perfil de aluno buscado. Por isso, além de comparar concorrentes e analisar rotas, vale visitar a região em horários diferentes e observar como o entorno realmente funciona ao longo do dia, considerando o movimento pela manhã, no fim da tarde e à noite, a presença de estudantes, empresas próximas, circulação de pedestres e facilidade de acesso.

Muitas vezes, é justamente essa visita que revela detalhes que dificilmente aparecem em uma planilha.

O que um plano de negócios para uma cidade deveria responder?

É justamente nesse momento que o plano de negócios deixa de ser um documento genérico e passa a ter utilidade real, porque organiza informações que ajudam a entender melhor o mercado antes de tomar uma decisão. Segundo o Sebrae, esse planejamento deve reunir análise de mercado, público-alvo, concorrência, estrutura operacional, finanças e estratégia de marketing.

Aplicado a uma escola de idiomas, ele pode ajudar a identificar quem é o público daquela região, quais concorrentes já atendem esse mercado, qual faixa de preço é praticada, que estrutura seria necessária, quais custos precisam ser considerados, onde a escola poderia estar localizada e quais riscos fazem parte daquela operação.

O plano não elimina incertezas nem garante que um negócio dará certo, mas ajuda a reduzir decisões baseadas apenas em percepção ou intuição, trazendo mais contexto para avaliar se aquela região realmente apresenta potencial.

Como a Phenom trabalha essa análise?

Na Phenom, entender a região faz parte do processo de expansão da rede e, nos últimos cinco meses, esse movimento resultou em um crescimento de 51%, período em que 26 novas franquias foram comercializadas em diferentes mercados. Esse avanço reforça a importância de analisar cada região de forma individual, já que uma franquia de idiomas pode encontrar cenários muito diferentes dependendo da cidade em que será implantada.

O mercado de uma capital, por exemplo, não se comporta da mesma forma que o de uma cidade com 30 mil habitantes, assim como dois municípios de porte semelhante podem apresentar perfis econômicos, educacionais e competitivos bastante distintos. 

É justamente por isso que um plano de negócios personalizado se torna importante, pois ajuda a aproximar a análise da realidade local e a dimensionar a operação de acordo com o potencial de cada região.

Qual modelo de franquia faz sentido para cada região?

Essa resposta também não deve partir apenas do tamanho da cidade. A Phenom trabalha com estruturas diferentes de franquia, mas isso não significa que exista uma relação automática entre o porte do município e o formato da operação. 

Uma cidade menor pode apresentar condições para uma estrutura mais robusta, enquanto um mercado maior pode pedir uma operação mais enxuta, dependendo da localização, do perfil do público, da concorrência e dos objetivos do franqueado.

Por isso, o mais importante é entender primeiro as características do mercado e, a partir dessa análise, dimensionar a operação de forma mais coerente com a realidade da região.

Não procure a “cidade perfeita”

Uma boa análise de mercado não serve para encontrar uma cidade “perfeita”, mas para entender quais condições aquela região oferece e que tipo de operação consegue se sustentar ali. População, renda, público, concorrência, localização e demanda ganham valor quando são observados em conjunto e transformados em uma leitura mais próxima da realidade local.

Em um momento de expansão da rede, essa análise se torna ainda mais importante para que cada nova operação seja dimensionada a partir do mercado em que será inserida.

Se você já tem uma cidade em mente, esse é justamente o tipo de análise que pode ajudar a transformar uma ideia inicial em uma avaliação mais concreta do mercado. Na Phenom, é possível solicitar um plano de negócios personalizado para a sua região antes de avançar para as próximas etapas do investimento. 

Quer entender o potencial da sua região? Solicite um plano de negócios personalizado para sua cidade. 

Phenom Idiomas

Laís Corrêa Oliveira

15 publicações

Sobre o autor

Atuo como pesquisadora em políticas públicas e gênero e trabalho com comunicação e redação na Phenom Idiomas. Minha escrita nasce do encontro entre análise crítica e prática explorando conexões entre diferentes temas, perspectivas e experiências, porque reconheço que boas ideias raramente vêm de um lugar só.

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