Laís Corrêa Oliveira
•Franquias
•2 de setembroPara quem está pesquisando uma franquia de escola de idiomas, entender o valor do investimento é importante. Mas existe outra pergunta que também precisa entrar nessa decisão: como os alunos chegam até a unidade depois que ela abre?
Uma escola pode ter boa localização, estrutura pronta e equipe formada. Ainda assim, novas matrículas dependem de um trabalho contínuo de captação, atendimento e acompanhamento das oportunidades que chegam.
Na prática, esse caminho pode começar de várias formas. Alguém encontra a escola pelo Google, vê uma campanha nas redes sociais, recebe a indicação de um amigo ou conhece a unidade presencialmente. Depois disso, ainda existe uma jornada até a matrícula.
Os resultados de agosto das escolas Phenom ajudam a visualizar parte desse processo. Algumas unidades se destacaram pelo número de visitas recebidas, enquanto outras apareceram entre os maiores resultados de matrículas do mês.
Mais do que olhar apenas para os rankings, esses dados ajudam a mostrar algo importante para quem pensa em investir em uma escola de idiomas, uma franquia não elimina o trabalho comercial. O que ela pode oferecer é uma estrutura para que o empreendedor não precise descobrir sozinho como organizar essa parte do negócio.
A captação de alunos reúne as ações utilizadas para fazer com que novas pessoas conheçam a escola e demonstrem interesse pelos cursos oferecidos. Isso pode acontecer tanto no ambiente digital quanto fora dele.
Uma campanha nas redes sociais pode levar alguém até o WhatsApp da unidade. Uma busca por curso de inglês na região pode fazer a escola aparecer no Google. Uma ação local pode apresentar a marca para pessoas que ainda não a conheciam.
A indicação também pode fazer parte desse processo. Um aluno comenta sobre a escola com um amigo ou uma família recomenda o curso para outra família, criando uma nova oportunidade para a unidade.
Por isso, não existe apenas uma porta de entrada. O desafio está em criar caminhos para que novas pessoas conheçam a escola e, principalmente, saber o que fazer depois que elas demonstram interesse.
Uma visualização no Instagram ainda não é uma matrícula. Uma mensagem no WhatsApp também não. Nem mesmo uma visita significa que aquela pessoa necessariamente começará um curso.
Cada uma dessas situações representa um momento diferente da jornada.
Para quem avalia uma franquia, entender como a rede orienta essa rotina comercial é tão importante quanto conhecer a marca ou o investimento inicial.
Pense em alguém que decidiu aprender inglês porque pretende viajar no próximo ano. Durante uma busca, essa pessoa encontra uma escola próxima de casa e pede algumas informações. Depois de conversar com a equipe, decide conhecer a unidade pessoalmente.
Na visita, entende melhor como o curso funciona, conhece o espaço e tira suas dúvidas. Talvez faça a matrícula naquele mesmo dia. Talvez precise organizar o orçamento ou pensar um pouco antes de decidir.
Outra pessoa pode chegar por indicação e já conhecer parte da proposta antes mesmo do primeiro contato. As duas são oportunidades para a escola, mas estão em momentos diferentes.
É justamente por isso que uma operação comercial precisa ter organização.
A equipe precisa saber quem respondeu aquele contato, quais informações já foram passadas, se existe um próximo passo combinado e quando faz sentido retomar a conversa.
Sem esse acompanhamento, oportunidades reais podem simplesmente se perder no meio da rotina.
Embora muitas jornadas comecem no digital, conhecer a escola presencialmente ainda pode fazer parte da decisão de um potencial aluno. É quando aquilo que apareceu em uma tela ganha forma. A pessoa conhece o ambiente, conversa com a equipe e consegue visualizar melhor como seria estudar naquele espaço.
Em agosto, três unidades Phenom apareceram entre os maiores resultados de visitas da rede:
Goiânia registrou 74 visitas, seguida por Camboriú, com 56, e Balneário Camboriú, com 52.
Esses números não representam, sozinhos, uma taxa de conversão ou uma garantia de matrícula. Eles mostram uma etapa importante da operação, pessoas avançando no relacionamento com a escola.
Para o franqueado, acompanhar esse movimento pode ajudar a entender melhor o que está acontecendo dentro da própria unidade.
Uma escola pode gerar muitos contatos e perceber que poucos avançam para uma visita. Outra pode ter menos oportunidades, mas observar uma quantidade maior de pessoas chegando a etapas mais próximas da decisão.
O objetivo não é comparar realidades diferentes, mas entender o próprio funil comercial.

Quando alguém chega até a escola, o trabalho comercial continua. Esse momento não deveria ser apenas uma apresentação pronta sobre cursos, horários e valores.
Uma mãe procurando um curso para o filho pode ter dúvidas muito diferentes de alguém que precisa melhorar o inglês para participar de reuniões no trabalho. Da mesma forma, uma pessoa que nunca estudou outro idioma chega com expectativas diferentes de alguém que já possui conhecimento e quer voltar a praticar.
É nessa conversa que a equipe começa a entender melhor cada situação e consegue relacionar as opções oferecidas pela escola àquilo que aquela pessoa procura.
Depois, existe ainda o acompanhamento. Nem todo interessado toma uma decisão no primeiro contato. Algumas pessoas precisam comparar opções, organizar o orçamento ou conversar com alguém antes de seguir.
Por isso, uma rotina comercial organizada precisa saber quais oportunidades continuam em andamento e quais próximos passos foram combinados.
Entre as unidades Phenom, o ranking nacional de agosto teve Goiânia na primeira colocação, com 50 matrículas. Na sequência, apareceram Belo Horizonte Santa Mônica, com 27, e Barcarena, com 26 matrículas.
Mais do que transformar essas unidades em exemplos isolados, os resultados ajudam a mostrar que diferentes escolas da rede estão colocando a operação comercial em prática em suas próprias cidades.
Cada unidade está inserida em uma realidade local, com equipes, públicos e desafios diferentes. Isso é importante para quem pensa em investir em uma franquia.
Uma rede pode oferecer marca, processos e suporte, mas existe um trabalho que continua acontecendo dentro da escola: tornar a unidade conhecida, atender as oportunidades e acompanhar aquilo que acontece no comercial.
Os resultados individuais de agosto também mostram outra parte dessa operação. Entre os consultores comerciais, Ana, de Belo Horizonte, ficou em primeiro lugar com 26 matrículas. Francisco, de Goiânia, registrou 25, enquanto Pedro, de Barcarena, chegou a 22.
No ranking de visitas realizadas pelos SDRs, Júnior, de Goiânia, apareceu na primeira posição com 53, seguido por Andreia, de Camboriú, com 39, e Tuliane, de Igrejinha, com 29.
São profissionais atuando em diferentes momentos da jornada comercial. Isso ajuda a mostrar que captação e matrícula não dependem apenas de uma campanha ou de uma boa localização. Também existe preparação de equipe, rotina, acompanhamento e gestão.
Para o franqueado, isso significa que uma das responsabilidades dentro da unidade é justamente fazer com que essas pessoas consigam trabalhar de forma organizada e compreender como suas funções se conectam.
Não, essa é uma das expectativas que precisam estar claras para quem está avaliando uma franquia de escola de inglês ou de outros idiomas.
Entrar para uma rede pode significar começar com uma marca já estruturada, processos desenvolvidos, materiais, treinamentos e referências que não precisariam ser criados do zero.
Mas a operação local continua dependendo do franqueado e da equipe. A escola precisa ser apresentada à cidade. As oportunidades precisam ser atendidas. Os resultados precisam ser acompanhados.
Por isso, ao pesquisar uma franquia, vale olhar além da promessa de “marca reconhecida” e entender como a rede prepara o empreendedor para operar comercialmente depois da inauguração.
Esse é um ponto importante da análise do investimento.
Quem abre uma escola independente precisa desenvolver também seus próprios processos comerciais. Isso pode envolver testar canais de captação, construir abordagens de atendimento, definir etapas, preparar materiais e treinar pessoas até encontrar uma forma de trabalhar.
Dentro de uma franquia, parte desse conhecimento pode já existir.
A franqueadora pode fornecer processos, orientações, materiais e treinamentos que ajudam o empreendedor a organizar a operação sem começar todas essas decisões de uma folha em branco.
Mas existe uma diferença importante entre ter acesso a uma estrutura e fazer essa estrutura funcionar no dia a dia.
É o franqueado quem está próximo da equipe, acompanha a realidade da unidade e percebe quais pontos precisam de mais atenção.
Para quem está avaliando oportunidades de investimento, esse equilíbrio entre suporte da rede e responsabilidade local é uma das coisas que vale compreender antes de tomar uma decisão.
Captação pode parecer um assunto exclusivo do marketing ou do comercial, mas, para quem está à frente da unidade, ela também é uma questão de gestão. O franqueado não precisa realizar pessoalmente cada atendimento ou cada ação comercial.
Ele precisa, porém, compreender como esse processo funciona e acompanhar informações suficientes para saber o que está acontecendo.
Se poucas oportunidades estão chegando, existe um ponto para investigar. Se muitas pessoas demonstram interesse, mas poucas avançam, o problema pode estar em outra etapa. Se existem visitas e várias conversas permanecem sem continuidade, também existe algo que merece atenção.
É aí que indicadores como número de oportunidades, visitas e matrículas ajudam o gestor. Eles não servem apenas para preencher relatórios, servem para mostrar onde olhar.

A captação também ajuda a entender por que marketing e comercial não funcionam bem quando são tratados como áreas completamente separadas.
Uma campanha pode gerar muitas mensagens em poucos dias. Para o marketing, existe um sinal de interesse. Para o comercial, porém, o trabalho está apenas começando.
Esses contatos precisam receber retorno, ser organizados e acompanhados. Só depois será possível entender quantos realmente avançaram. O contrário também acontece.
Uma equipe pode estar preparada para atender, mas ter poucas oportunidades chegando naquele período. Por isso, o franqueado precisa conseguir enxergar as duas pontas.
Para alguém que está avaliando uma franquia, vale entender também qual estrutura de marketing e comercial a rede oferece e quais responsabilidades permanecem com a unidade.
Isso ajuda a criar uma visão muito mais realista da operação.
Na Phenom, o comercial faz parte da preparação e do acompanhamento das escolas.
Franqueados e equipes recebem treinamentos e orientações voltados à rotina da unidade, enquanto o gestor conta com suporte para compreender os processos que precisará acompanhar.
Esse trabalho passa por temas como captação, atendimento, organização da rotina comercial e desenvolvimento da equipe. A proposta não é realizar as vendas pelo franqueado.
É oferecer uma estrutura para que ele tenha referências ao organizar a unidade e consiga conduzir a própria operação a partir de processos já desenvolvidos pela rede. Ao mesmo tempo, cada escola está inserida em uma cidade diferente.
Por isso, colocar esses processos em prática também exige conhecer a região, acompanhar as oportunidades e adaptar a execução à realidade local sem perder as referências do modelo.
Para quem está pesquisando uma franquia de idiomas, esse tipo de suporte merece entrar na comparação entre as redes avaliadas.
O potencial de captação é apenas uma parte da análise.
Antes de investir, também vale entender qual é o valor necessário para abrir a unidade, quais formatos de negócio estão disponíveis, como funciona a implantação e quais responsabilidades ficam com o empreendedor.
Na área comercial, algumas perguntas ajudam a tornar essa avaliação mais concreta:
Como a equipe é preparada para atender novos alunos? A rede possui processos comerciais já desenvolvidos? O franqueado recebe orientação para acompanhar resultados? Como marketing e comercial se conectam? Que tipo de acompanhamento existe depois que a escola começa a operar?
Essas respostas ajudam a entender o que existe entre a assinatura do contrato e a rotina real da unidade.
Ao longo dessa pesquisa, também vale conhecer os modelos de franquia da Phenom, entender o investimento necessário e verificar como funciona o suporte oferecido ao franqueado em diferentes etapas da operação.
Nos rankings de agosto, o resultado final aparece de forma simples: determinada escola recebeu mais visitas, outra realizou mais matrículas e alguns profissionais se destacaram dentro de suas funções.
Na rotina, porém, cada número representa um caminho.
Alguém conheceu a escola. Demonstrou interesse. Recebeu atendimento. Visitou a unidade ou continuou uma conversa. Tirou dúvidas e, em algum momento, tomou uma decisão.
É por isso que a captação de alunos não deveria ser resumida apenas a gerar mais contatos.
Ela faz parte de uma operação que conecta marketing, atendimento, comercial, equipe e gestão.
Para quem pesquisa uma franquia de escola de idiomas, entender esse processo ajuda a responder uma pergunta importante: o que acontece depois que a unidade abre as portas?
A rede pode fornecer marca, processos, materiais, treinamentos e suporte. O franqueado continua responsável por transformar esses recursos em uma operação que funcione dentro da sua cidade.
Se você está considerando investir nesse mercado, conheça os modelos de franquia Phenom, entenda o investimento necessário para abrir uma unidade e veja como funciona o suporte oferecido ao franqueado durante a implantação e a operação. Depois, converse com o nosso time para avaliar qual modelo faz mais sentido para o seu perfil.
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